Quase um ano depois, chego a esse texto. Sou novo no Substack, e imagino que você não lerá esse comentário. Infelizmente, a palavra "amor" foi e é tão abusada que, para muitos, perde o sentido. Uma palavra fatiada e embalada para vender, para abusar, para criar distrações. Mas seu texto traz a palavra de volta para seu lugar devido. É um chamado à vida. E tanto a vida quanto o amor não são feitos só de coisinhas boninitinhas, mas sim pedem ação e compromisso. Se o cinismo geral não considera amor e vida coisas bregas, sejamos do time da breguice aparente- cinismo é sintoma de quem já desistiu e precisa da ironia em tudo para suportar o mundo ao redor. Obrigado pela lucidez e pela integridade de sempre, seja quando estava no Youtube, seja agora que posso acessar suas palavras por aqui. E que não fiquemos apenas nas palavras (sei que não é seu caso, mas não custa fazer esse chamado a quem estiver lendo), mas que transformemos coletivamente e não apenas consumindo ideias e colocando elas em prateleiras empoeiradas para exibir para a própria turminha. Mais uma vez, obrigado.
Que texto lindo, inspirador e que nos faz mais uma vez constatar a ausência de solidariedade da parte de quem tem poder para algo fazer em relação a nossos irmãos palestinos. Tenho acompanhado diariamente a cobertura do genocídio palestino e isso me dilacera a alma mas não deixo de acompanhar, repostar tudo que posso e fazer os debates aos é possível pois para mim seria um passo para a normalização. Ler seu esse texto é alento e dor profunda ao mesmo tempo. De fato o pessimismo da razão é retumbante e quase sempre tem vencido. Tenho lutado para que o otimismo da vontade prevalece, mesmo diante de tanta desumanização.
Esse texto é um dos mais bonitos que li este ano. A primeira parte é uma declaração de amor ao mundo e ao próprio amor. A segunda parte traz um reflexão serena e corajosa sobre a Palestina e o sofrimento que suportamento e toleramos de ver sendo impostos aos outros; e indiretamente, a nós mesmos. O trágico é que não percebemos que o mal que está sendo feito à Palestina retornará contra nós.
Estamos destruindo o resto de humanidade que ainda havia em nós após um século XX que já foi devastador para a nossa espécie.
Que texto lindo! Terminei a leitura chorando. Conheci a Palestina através de você e foi amor à primeira vista. Meu ódio ao sionismo e ao "estado" genocida de Israel é pesado, duro e chega a machucar, pelo tanto de amor que sinto pelo povo palestino, amor que foi semeado por você. Obrigada, Sabrina!
Choro todos os dias quando recebo os vídeos que denunciam o genocídio em Gaza, é muito doloroso querer fazer algo, mas ser totalmente incapaz diante de tanta força contrária. Principalmente crianças e mulheres serem executados nas filas em busca de comida!!!🙏🏾🙏🏾🙏🏾😭😭😭🖤🖤🖤
Quase um ano depois, chego a esse texto. Sou novo no Substack, e imagino que você não lerá esse comentário. Infelizmente, a palavra "amor" foi e é tão abusada que, para muitos, perde o sentido. Uma palavra fatiada e embalada para vender, para abusar, para criar distrações. Mas seu texto traz a palavra de volta para seu lugar devido. É um chamado à vida. E tanto a vida quanto o amor não são feitos só de coisinhas boninitinhas, mas sim pedem ação e compromisso. Se o cinismo geral não considera amor e vida coisas bregas, sejamos do time da breguice aparente- cinismo é sintoma de quem já desistiu e precisa da ironia em tudo para suportar o mundo ao redor. Obrigado pela lucidez e pela integridade de sempre, seja quando estava no Youtube, seja agora que posso acessar suas palavras por aqui. E que não fiquemos apenas nas palavras (sei que não é seu caso, mas não custa fazer esse chamado a quem estiver lendo), mas que transformemos coletivamente e não apenas consumindo ideias e colocando elas em prateleiras empoeiradas para exibir para a própria turminha. Mais uma vez, obrigado.
Lindo e triste! Amorosamente revoltante. Obrigada Sabrina
Também penso nesse caminho Sabrina. E parafraseando o título do seu livro, se a gente quiser mandar o mundo tem que incluir o amor nessa revolução.
Obrigada, querida Sabrina. Eu te escuto e vejo melhor pelos teus olhos.
Obrigada, pela sua lucidez, Sabrina.
Que texto lindo, inspirador e que nos faz mais uma vez constatar a ausência de solidariedade da parte de quem tem poder para algo fazer em relação a nossos irmãos palestinos. Tenho acompanhado diariamente a cobertura do genocídio palestino e isso me dilacera a alma mas não deixo de acompanhar, repostar tudo que posso e fazer os debates aos é possível pois para mim seria um passo para a normalização. Ler seu esse texto é alento e dor profunda ao mesmo tempo. De fato o pessimismo da razão é retumbante e quase sempre tem vencido. Tenho lutado para que o otimismo da vontade prevalece, mesmo diante de tanta desumanização.
Bateu forte aqui seu texto, Sa, me identifico muito. Acho que desde que conheci o seu trabalho senti que a gente era movida por essa mesma coisa ❤️
Lindíssimo texto, Sabrina.
Esse texto é um dos mais bonitos que li este ano. A primeira parte é uma declaração de amor ao mundo e ao próprio amor. A segunda parte traz um reflexão serena e corajosa sobre a Palestina e o sofrimento que suportamento e toleramos de ver sendo impostos aos outros; e indiretamente, a nós mesmos. O trágico é que não percebemos que o mal que está sendo feito à Palestina retornará contra nós.
Estamos destruindo o resto de humanidade que ainda havia em nós após um século XX que já foi devastador para a nossa espécie.
Que maravilhoso te ler! Obrigada sempre! =)
Como é bom te ter aqui, de coração aberto e com tanta lucidez. Obrigada, meu bem! Estamos sempre juntas.
que a política seja o amor dos amores até que cada um seja capaz de amar o povo outro como se fosse o seu.
Lindo texto! Me emocionei. Palestina Livre.
lindo! dos textos que dá vontade de abraçar. 🫂
Que texto lindo! Terminei a leitura chorando. Conheci a Palestina através de você e foi amor à primeira vista. Meu ódio ao sionismo e ao "estado" genocida de Israel é pesado, duro e chega a machucar, pelo tanto de amor que sinto pelo povo palestino, amor que foi semeado por você. Obrigada, Sabrina!
Choro todos os dias quando recebo os vídeos que denunciam o genocídio em Gaza, é muito doloroso querer fazer algo, mas ser totalmente incapaz diante de tanta força contrária. Principalmente crianças e mulheres serem executados nas filas em busca de comida!!!🙏🏾🙏🏾🙏🏾😭😭😭🖤🖤🖤